Home Data de criação : 09/10/12 Última atualização : 11/10/17 15:28 / 7 Artigos publicados

Coach Camaleão e ou Vendedor despreparado?!  escrito em segunda 28 dezembro 2009 18:04

Um dia uma pessoa me liga para esclarecer algumas dúvidas sobre o processo de coaching, fiquei mais ou menos 1:20 hs ao telefone e fechei o processo com esse cliente. Passaram-se 10 minutos, recebi uma ligação de uma outra pessoa dizendo:

...... Você está “roubando” meu cliente...........está me “queimando”............ não esta sendo ético.........observando seu site, vejo que você não é membro de nenhum órgão.....

Era um “Coach” inconformado que eu havia fechado um negócio com uma pessoa que ele estava “negociando” há uma semana.

Tenho certeza que nesse exato momento, você deve estar pensando que “joguei” o preço lá em baixo e falei algo sobre esse “profissional”. Pelo contrário, meu preço é 150% maior e eu nem sabia que esse cliente já tinha consultado outro profissional.

Após esse cliente virar meu amigo, perguntei qual a razão que ele havia fechado o processo de coaching comigo e não com o outro “profissional”???

Respostas do cliente:

.....você focou nos benefícios e conseguiu fazer eu perceber onde o processo iria me ajudar.....depois de todas as informações, no final da conversa você informou o valor, que ficou pequeno.

.....ele (outro coach) logo no começo falou o preço e achei caro, focou um pouco nos benefícios e muito na sua formação, e a todo instante dizia que por ele ser membro da Sociedade........ de Coach era um dos poucos credenciados a utilizar as ferramentas do processo de coaching.

A profissão de Coach NÃO é regulamentada em nenhum lugar do mundo, todas essas sociedades e ou associações foram inventadas por instituições que formam Coaches. Existem muitos Coaches, se camuflando atrás de credenciais. Cadê as referências????? Os casos de sucesso???? Onde estão?????

Saiu na revista Você SA de dezembro, entrevista com o maior Coach do mundo, onde o mesmo informa:

..... não se detenha em diploma ou credenciais. Converse com clientes, busque referências. Se o coach lhe disser que seus clientes são confidenciais, procure outro........( Marshall Goldsmith)

Prefiro acreditar que este “profissional” não esteja preparado para vender seu produto.

Uma dica que dou a todos, treine, treine, treine........... a todo instante treine vendendo seu produto com amigos e solicite feedback da percepção da sua persuasão, a lei 80-20 também aplica-se ao profissional de Coaching, pois 80% dos clientes, estão nas mãos de 20% dos Coaches.

Como diz meu grande amigo Ricardo Ventura”....... preço não é determinante......” e a cada cliente novo que faço negócio, essa frase se confirma..

Um grande abraço e SUCESSO!!

Wilton Büttner
www.wiltonbuttner.com.b

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Mais um ano se passou!! E nada mudou?!  escrito em quinta 24 dezembro 2009 22:05

Mais um ano de passou!! E nada mudou!?
Por : Wilton Büttner

No dia 01 de janeiro, exatamente as 00:00 hs. todos irão estar comemorando o início de um Ano Novo, com suas famílias, amigos, sozinhos, ou seja, do seu jeito, da sua maneira!

Muitos comemorando e agradecendo o ano que passou, devido ter conquistado o que foi planejado e outros tantos reclamando que mais um ano se passou e nada mudou!! Afinal por que existe essa diferença, o que faz uma pessoa conquistar seus objetivos e outras “patinar” e não sair do lugar?

Acontece, que para as pessoas que nada mudou, as mesmas só ficam na intenção, ou no pensamento positivo, vivendo sobre a estratégia do Zeca Pagodinho ...”deixa a vida me levar”..... ou do “ O Segredo” que vendeu milhões de livros e DVD’s pelo mundo. Isso me faz lembrar uma história......... imaginem Tiradentes prestes a ser enforcado, e com pensamento positivo, sendo otimista que alguma coisa podia dar errado na forca, será que dá certo somente ser otimista e pensar positivamente?........ com certeza não, isso é uma parte da estratégia da conquista dos objetivos.

As pessoas que conquistam suas metas, seus objetivos, realizam seus sonhos, utilizam diversas ferramentas, uma delas é o modelo SMART que provêm da Programação Neurolinguística ou PNL:

S – Específico: o objetivo deve estar de forma clara
M – Mensurável: .............. precisa de um tamanho adequado, desafiador e atraente.
A – Alcançável: ................ precisa depender de nós mesmos e não de terceiros.
R – Relevante: .................. lhe trará motivação
T – Temporal: ...................deve ter uma data como prazo de conquistá-lo.

Dividam o objetivo em pequenas partes, e conquiste uma de cada vez, quando olhamos um objetivo muito grande e a longo prazo, normalmente percebemos que o desânimo aproxima-se a nossa mente. Uma analogia que eu faço: quando olhamos um salame inteiro, pensamos que não somos capazes de comer tudo, mas basta fatiá-lo e acompanhado com uma bebida, logo o salame acaba-se.

Após dividir o objetivo em fatias, perguntar a si mesmo e escrever as respostas:
• O que vou fazer para conquistar esta pequena parte;
• Como eu vou fazer isso;
• Quando vou fazer

Fazer esse exercício com todas as partes divididas do seu objetivo, você perceberá os grandes resultados acontecerem.

Experimente, e no final de 2010 quero ver você fazendo parte das pessoas que agradecem as conquistas realizadas.

Um grande abraço e SUCESSO!!
Wilton Büttner

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Pesquisa Americana sobre o processo de Coaching!  escrito em quarta 14 outubro 2009 14:18

Recente pesquisa americana sobre Coaching informa resultados obtidos pelos participantes: autoconfiança (80%), relacionamentos (73%), comunicação (72%), habilidades interpessoais (71%).

Estes resultados estão diretamente relacionados com a melhora da Confiança nas relações estabelecidas.

Em outra pesquisa do Institute of Leadership and Management realizada na Inglaterra avaliou o índice de confiança na liderança. Pesquisa com mais de 5.000 profissionais criou um modelo para definir o que direciona a confiança nas lideranças.

Observou-se que a confiança dos colaboradores nos CEOs é fortemente direcionada pela percepção de como eles fazem seu trabalho e demonstram sua integridade pessoal. Já os gestores de linha necessitam demonstrar uma variedade de qualidades para conquistar confiança.

Os CEOs terão mais empenho para estabelecer altos níveis de confiança, seu índice de confiança foi de 59 numa escala de 0 (sem confiança alguma) a 100 (completamente confiável). Os gestores de linha tiveram 69. O índice dos CEOs cai na medida que a organização que lidera aumenta e organizações no setor público têm índices mais baixos.

As seis dimensões avaliadas nesta pesquisa foram:
- Habilidades do gestor para fazer o seu trabalho;
- Demonstração de conhecimento e compreensão dos papéis e responsabilidades de seus colaboradores;
- Comportamento leal e demonstração de preocupação com o bem estar dos colaboradores;
- Ser acessível e receptivo a idéias e opiniões;
- Esforço para ser honesto e leal ao fazer decisões;
- Comportamento de forma confiável e previsível.

Essas necessidades quando trazidas pelo cliente desenvolvem-se no Processo de Coaching.

Grande abraço e Sucesso.

Wilton Büttner

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Um Coach ou um Terapeuta?  escrito em quarta 14 outubro 2009 14:14

Será que a intensidade das emoções define se uma pessoa deve consultar um Coach ou um Terapeuta?

The New York Times, 27 de Maio de 2009 - Dennis Palumbo, um psicoterapeuta de Los Angeles que trata muitos artistas e outros tipos de pessoas criativas, diz que seus pacientes antes costumavam falar sobre problemas como bloqueio literário, procrastinação e medo de rejeição. "Agora, falam de envelhecimento, medo de demissão e da ansiedade que envolve a procura por emprego", disse Palumbo, também escritor e ex-roteirista. "Os problemas mudaram das preocupações criativas para estruturais".

Em meio ao desemprego e às demissões, os profissionais da saúde mental perceberam um aumento notável no tempo que passam falando sobre problemas relacionados à carreira com seus pacientes. Muitas pessoas pedem conselhos de terapeutas que as ajudem a confrontar a tempestade que atingiu o mercado de trabalho e arruinou suas vidas. As sessões muitas vezes se tornam um mosaico de terapia tradicional (livremente definida como orientada para a processos e centrada no passado) e de coaching (que tende a ser orientada a objetivos e comportamentos).

"Em muitas das sessões, simulamos networking e orientamos sobre como falar dos próprios atributos profissionais e como obter um aumento", diz Robert C. Chope, professor de aconselhamento de carreira da Universidade Estadual de São Francisco e presidente da divisão de aconselhamento de emprego da Associação Americana de Aconselhamento.

Peter Turkl, membro voluntário do serviço social e coaching executivo de Nova York, diz que o método que usa para examinar tendências comportamentais e os meios que emprega para mudá-las ganhou prioridade nos últimos meses, em oposição a falar sobre relacionamentos e temas ligados ao passado. "Às vezes, uma sessão inteira é dedicada ao coaching, e dou lição de casa para meu paciente lidar com algum obstáculo particular", disse.

A psicologia da empregabilidade e o coaching de carreira ganham agora destaque. Embora relacionados, não chegam a ser gêmeos. Para pendurar uma placa de terapeuta, a maior parte dos estados exige dos candidatos graus de doutorado e licenças, o que requer um certo número de horas entrando em contato com os clientes, documentos que comprovem o nível de instrução e a experiência profissional e que passem no exame para obter licença certificada, seja estadual, seja nacional. Embora muitos coaches de carreira tenham diploma universitário, não há sistema de licenciamento universal.

A psicologia relacionada ao emprego era antes vista como "o tópico mais maçante na psicologia", disse Chope. "Era visto como trabalho não `real' de saúde mental". Agora que há mais reconhecimento de que os problemas decorrentes do trabalho "têm um grande impacto na saúde mental", ele disse, e um "movimento mais intenso para entender o contexto de emprego, colegas tóxicos e as ramificações de demissões em massa".

No Instituto de Desenvolvimento Pessoal e de Carreira, sua clínica particular em São Francisco, Chope trabalha na intersecção de psicologia e aconselhamento de carreira. E sua base de pacientes está crescendo. "Temos de contratar mais terapeutas", ele disse. "Muitas pessoas querem se envolver nessa área agora porque o mercado é imenso", disse Chope.

Mas não confunda aconselhamento de carreira com coaching de carreira. Chope disse que o primeiro "é o que buscamos quando dizemos a nós mesmos, `eu sou engenheiro e agora quero ser médico', enquanto os coaches de carreira trabalham com indivíduos para terem uma boa apresentação, para ajustar seus currículos e encontrar novos empregos rapidamente".

Palumbo diz que faz simulações, praticando entrevistas com pacientes, mas ele traça um limite. "Eu não sou um coach de carreira que dirá o que se deve tirar e colocar no currículo", disse, "mas ajudo os pacientes a examinarem temas que envolvem insegurança e porque hesitam em se autopromover"."

"Similarmente, Turkl diz que não tem receio de indicar um paciente para um aconselhador de carreira para tratar um problema além da esfera de sua especialidade: "Se um paciente quer saber como se apresentar durante uma entrevista de emprego, indico um aconselhador de carreira, porque não é isso que eu realmente faço".

Mesmo assim, Palumbo diz que os temas relacionados à empregabilidade podem ser vistos pelas lentes freudianas. "Uma busca de emprego", ele diz, "traz à tona as mesmas questões de auto-estima e auto-respeito que estão arraigadas nas dinâmicas da infância".

Se a pessoa não sabe se consulta um coach de carreira ou um psicólogo, pode querer considerar se está sendo dominada pelas emoções. "O trabalho e as questões relacionadas ao emprego podem trazer alguns velhos traumas para a superfície. Os coaches não são necessariamente treinados para lidar com forças emocionais", disse Turkl.Curt Rosengren, um coach de carreira de Seattle, concorda que os problemas emocionais profundamente arraigados são melhor tratados por um terapeuta licenciado. "Eu entro nisso ajudando as pessoas a seguirem em frente, para o futuro que veem para si mesmas", ele disse. "Não tenho treinamento para resolver o que ocorreu na infância do paciente para ele chegar aqui", disse Rosengren.

Katherine Crowley, uma psicoterapeuta especializada em temas de empregabilidade, diz que as pessoas que precisam de ajuda para posicionarem a si mesmas e a atualizar seus currículos devem ver um coach de carreira tradicional. Em contraste, "Sou mais útil para indivíduos que desejam integrar seu bem-estar emocional na vida profissional", ela disse.

Penelope Trunk, presidente da Brazen Carreerist, um serviço de internet que ajuda as empresas a encontrar candidatos a empregos, consultou-se tanto com um terapeuta quanto com uma coach de carreira - experiências que reforçaram sua opinião de que cada um lida com territórios diferentes. "Boa parte da atividade de coaching é específica", ela disse. "Um psicólogo não pode tirar o paciente da área administrativa intermediária".

Penelope procurou uma coach de carreira quando estava na faixa dos 20 anos, por recomendação da empresa onde trabalhava como diretora de operações. "Eles queriam que eu parecesse mais confiante e me expressasse com mais segurança", ela disse.

Em março de 2007, escreveu no blog: "A coach deu para mim uma lista de coisas que deveriam mudar. Quando eu caminhava, por exemplo, eu andava com `altivez', mas hesitante, e não transmitia uma sensação de firmeza. Ela me disse para olhar para o presidente. `Ele caminha de forma deliberada, firme. Isso instila confiança'. Ela me disse que eu sorria demais.''Quando Penelope começou a se sentir desconfortável com seu nível de autoridade, ela marcou uma hora com um psicólogo. Depois de alguns meses de terapia, Penelope disse, "O andar firme e o rosto sério" vieram com mais naturalidade."

(Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 5) (Hannah Seligson)

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Quanto vale uma moeda de ouro no fundo do oceano! Por Wilton Büttner  escrito em segunda 12 outubro 2009 19:21

Quando vale uma moeda de ouro no fundo do ocenao atlântico, onde ninguém consegue chegar??

O que eu vou compartilhar com você, meu caro leitor, é uma história real que aconteceu em uma sessão de coaching.

A uns 4 meses atrás, fui procurado por um Consultor de Projeto da ONU, um profissional de alto "gabarito" , conhecedor profundo na área financeira, política e gestão, o mesmo solicitou meu serviço de Coaching para ajudar em um objetivo a ser conquistado até o final do ano de 2009.

No decorrer das sessões percebi que uma competência essencial faltará para que meu cliente conquistasse seu objetivo, o mesmo é uma pessoa totalmente formal, fala um português muito correto, que chega dar "inveja", porém seu objetivo tinha ligação direta com micros e pequenas empresas, onde os empresários das mesmas nem sempre tinham cultura e entendimento para assimilar uma conversa com meu cliente.

Logo quando tive esse "insight" na sessão, perguntei ao meu cliente:

Coach: quanto vale uma moeda de ouro no fundo do ocenao atlântico, onde ninguém consegue alcançar?

Cliente: acho que não vale nada

Coach: você acha ou não vale nada mesmo!

Cliente: é, não vale nada, pois se ninguém consegue alcançar!

Coach: quanto vale todo conhecimento de uma pessoa, se ela não sabe comunicar com qualquer tipo de público!?

Cliente: ?????????????????????????????????????????

Coach: você sabe comunicar-se com todos os níveis de pessoas? Como vai fazer quando visitar um futuro cliente e esse for uma pessoa bem humilde sem estudo e que deu certo com sua mercearia?? Você acha que ele vai entender a sua maneira de conversar??

Cliente: Hã, acho que ele não vai entender, principalmente o meu jeito muito formal de conversar

Coach: Como e o que vai fazer para poder comunicar-se com qualquer tipo de pessoa?

Cliente: Acho que tenho que procurar um curso de comunicação.

Coach: Acha ou vai?

Cliente: Vou fazer um curso de comunicação.

Coach: Quando irá procurar e vai fazer quando?

Cliente: Já vou procurar hoje a noite e vou fazer até o final desse mês. Você tem algum para indicar?

Coach: Quando acabarmos a sessão, conversamos sobre o curso.

Após o final de sessão, tomando um cafezinho no hall do escritório, indiquei o Curso de Comunicação e Vendas usando PNL do EU POSSO! Instituto do meu amigo Ricardo Ventura.

Moral da história: o que adianta você ser uma pessoa altamenta técnica, conhecedor profundo de enciclopédia britânica, se não sabe comunicar-se com qualquer tipo de pessoa, você vai vender seu produto e serviço somente para as pessoas que falam a mesma "lingua" que você.

Um grande abraço e Sucesso.

Wilton Buttner     

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