Um dia uma pessoa me liga para esclarecer algumas dúvidas sobre
o processo de coaching, fiquei mais ou menos 1:20 hs ao telefone e
fechei o processo com esse cliente. Passaram-se 10 minutos, recebi
uma ligação de uma outra pessoa dizendo:
...... Você está “roubando” meu cliente...........está
me “queimando”............ não esta sendo
ético.........observando seu site, vejo que você não é membro de
nenhum órgão.....
Era um “Coach” inconformado que eu havia fechado um
negócio com uma pessoa que ele estava “negociando” há
uma semana.
Tenho certeza que nesse exato momento, você deve estar pensando que
“joguei” o preço lá em baixo e falei algo sobre esse
“profissional”. Pelo contrário, meu preço é 150% maior
e eu nem sabia que esse cliente já tinha consultado outro
profissional.
Após esse cliente virar meu amigo, perguntei qual a razão que ele
havia fechado o processo de coaching comigo e não com o outro
“profissional”???
Respostas do cliente:
.....você focou nos benefícios e conseguiu fazer eu perceber onde o
processo iria me ajudar.....depois de todas as informações, no
final da conversa você informou o valor, que ficou pequeno.
.....ele (outro coach) logo no começo falou o preço e achei caro,
focou um pouco nos benefícios e muito na sua formação, e a todo
instante dizia que por ele ser membro da Sociedade........ de Coach
era um dos poucos credenciados a utilizar as ferramentas do
processo de coaching.
A profissão de Coach NÃO é regulamentada em nenhum lugar do mundo,
todas essas sociedades e ou associações foram inventadas por
instituições que formam Coaches. Existem muitos Coaches, se
camuflando atrás de credenciais. Cadê as referências????? Os casos
de sucesso???? Onde estão?????
Saiu na revista Você SA de dezembro, entrevista com o maior Coach
do mundo, onde o mesmo informa:
..... não se detenha em diploma ou credenciais. Converse com
clientes, busque referências. Se o coach lhe disser que seus
clientes são confidenciais, procure outro........( Marshall
Goldsmith)
Prefiro acreditar que este “profissional” não esteja
preparado para vender seu produto.
Uma dica que dou a todos, treine, treine, treine........... a todo
instante treine vendendo seu produto com amigos e solicite feedback
da percepção da sua persuasão, a lei 80-20 também aplica-se ao
profissional de Coaching, pois 80% dos clientes, estão nas mãos de
20% dos Coaches.
Como diz meu grande amigo Ricardo Ventura”....... preço não é
determinante......” e a cada cliente novo que faço negócio,
essa frase se confirma..
Um grande abraço e SUCESSO!!
Wilton Büttner
www.wiltonbuttner.com.b
Coach Camaleão e ou Vendedor despreparado?! escrito em segunda 28 dezembro 2009 18:04
Mais um ano se passou!! E nada mudou?! escrito em quinta 24 dezembro 2009 22:05
Mais um ano de passou!! E nada mudou!?
Por : Wilton Büttner
No dia 01 de janeiro, exatamente as 00:00 hs. todos irão estar
comemorando o início de um Ano Novo, com suas famílias, amigos,
sozinhos, ou seja, do seu jeito, da sua maneira!
Muitos comemorando e agradecendo o ano que passou, devido ter
conquistado o que foi planejado e outros tantos reclamando que mais
um ano se passou e nada mudou!! Afinal por que existe essa
diferença, o que faz uma pessoa conquistar seus objetivos e outras
“patinar” e não sair do lugar?
Acontece, que para as pessoas que nada mudou, as mesmas só ficam na
intenção, ou no pensamento positivo, vivendo sobre a estratégia do
Zeca Pagodinho ...”deixa a vida me levar”..... ou do
“ O Segredo” que vendeu milhões de livros e DVD’s
pelo mundo. Isso me faz lembrar uma história......... imaginem
Tiradentes prestes a ser enforcado, e com pensamento positivo,
sendo otimista que alguma coisa podia dar errado na forca, será que
dá certo somente ser otimista e pensar positivamente?........ com
certeza não, isso é uma parte da estratégia da conquista dos
objetivos.
As pessoas que conquistam suas metas, seus objetivos, realizam seus
sonhos, utilizam diversas ferramentas, uma delas é o modelo SMART
que provêm da Programação Neurolinguística ou PNL:
S – Específico: o objetivo deve estar de forma clara
M – Mensurável: .............. precisa de um tamanho
adequado, desafiador e atraente.
A – Alcançável: ................ precisa depender de nós
mesmos e não de terceiros.
R – Relevante: .................. lhe trará motivação
T – Temporal: ...................deve ter uma data como prazo
de conquistá-lo.
Dividam o objetivo em pequenas partes, e conquiste uma de cada vez,
quando olhamos um objetivo muito grande e a longo prazo,
normalmente percebemos que o desânimo aproxima-se a nossa mente.
Uma analogia que eu faço: quando olhamos um salame inteiro,
pensamos que não somos capazes de comer tudo, mas basta fatiá-lo e
acompanhado com uma bebida, logo o salame acaba-se.
Após dividir o objetivo em fatias, perguntar a si mesmo e escrever
as respostas:
• O que vou fazer para conquistar esta pequena parte;
• Como eu vou fazer isso;
• Quando vou fazer
Fazer esse exercício com todas as partes divididas do seu objetivo,
você perceberá os grandes resultados acontecerem.
Experimente, e no final de 2010 quero ver você fazendo parte das
pessoas que agradecem as conquistas realizadas.
Um grande abraço e SUCESSO!!
Wilton Büttner
Pesquisa Americana sobre o processo de Coaching! escrito em quarta 14 outubro 2009 14:18
Recente pesquisa americana sobre Coaching informa resultados
obtidos pelos participantes: autoconfiança (80%), relacionamentos
(73%), comunicação (72%), habilidades interpessoais (71%).
Estes resultados estão diretamente relacionados com a melhora da
Confiança nas relações estabelecidas.
Em outra pesquisa do Institute of Leadership and Management
realizada na Inglaterra avaliou o índice de confiança na liderança.
Pesquisa com mais de 5.000 profissionais criou um modelo para
definir o que direciona a confiança nas lideranças.
Observou-se que a confiança dos colaboradores nos CEOs é fortemente
direcionada pela percepção de como eles fazem seu trabalho e
demonstram sua integridade pessoal. Já os gestores de linha
necessitam demonstrar uma variedade de qualidades para conquistar
confiança.
Os CEOs terão mais empenho para estabelecer altos níveis de
confiança, seu índice de confiança foi de 59 numa escala de 0 (sem
confiança alguma) a 100 (completamente confiável). Os gestores de
linha tiveram 69. O índice dos CEOs cai na medida que a organização
que lidera aumenta e organizações no setor público têm índices mais
baixos.
As seis dimensões avaliadas nesta pesquisa foram:
- Habilidades do gestor para fazer o seu trabalho;
- Demonstração de conhecimento e compreensão dos papéis e
responsabilidades de seus colaboradores;
- Comportamento leal e demonstração de preocupação com o bem estar
dos colaboradores;
- Ser acessível e receptivo a idéias e opiniões;
- Esforço para ser honesto e leal ao fazer decisões;
- Comportamento de forma confiável e previsível.
Essas necessidades quando trazidas pelo cliente desenvolvem-se no
Processo de Coaching.
Grande abraço e Sucesso.
Wilton Büttner
Um Coach ou um Terapeuta? escrito em quarta 14 outubro 2009 14:14
Será que a intensidade das emoções define se uma pessoa deve
consultar um Coach ou um Terapeuta?
The New York Times, 27 de Maio de 2009 - Dennis Palumbo, um
psicoterapeuta de Los Angeles que trata muitos artistas e outros
tipos de pessoas criativas, diz que seus pacientes antes costumavam
falar sobre problemas como bloqueio literário, procrastinação e
medo de rejeição. "Agora, falam de envelhecimento, medo de demissão
e da ansiedade que envolve a procura por emprego", disse Palumbo,
também escritor e ex-roteirista. "Os problemas mudaram das
preocupações criativas para estruturais".
Em meio ao desemprego e às demissões, os profissionais da saúde
mental perceberam um aumento notável no tempo que passam falando
sobre problemas relacionados à carreira com seus pacientes. Muitas
pessoas pedem conselhos de terapeutas que as ajudem a confrontar a
tempestade que atingiu o mercado de trabalho e arruinou suas vidas.
As sessões muitas vezes se tornam um mosaico de terapia tradicional
(livremente definida como orientada para a processos e centrada no
passado) e de coaching (que tende a ser orientada a objetivos e
comportamentos).
"Em muitas das sessões, simulamos networking e orientamos sobre
como falar dos próprios atributos profissionais e como obter um
aumento", diz Robert C. Chope, professor de aconselhamento de
carreira da Universidade Estadual de São Francisco e presidente da
divisão de aconselhamento de emprego da Associação Americana de
Aconselhamento.
Peter Turkl, membro voluntário do serviço social e coaching
executivo de Nova York, diz que o método que usa para examinar
tendências comportamentais e os meios que emprega para mudá-las
ganhou prioridade nos últimos meses, em oposição a falar sobre
relacionamentos e temas ligados ao passado. "Às vezes, uma sessão
inteira é dedicada ao coaching, e dou lição de casa para meu
paciente lidar com algum obstáculo particular", disse.
A psicologia da empregabilidade e o coaching de carreira ganham
agora destaque. Embora relacionados, não chegam a ser gêmeos. Para
pendurar uma placa de terapeuta, a maior parte dos estados exige
dos candidatos graus de doutorado e licenças, o que requer um certo
número de horas entrando em contato com os clientes, documentos que
comprovem o nível de instrução e a experiência profissional e que
passem no exame para obter licença certificada, seja estadual, seja
nacional. Embora muitos coaches de carreira tenham diploma
universitário, não há sistema de licenciamento universal.
A psicologia relacionada ao emprego era antes vista como "o tópico
mais maçante na psicologia", disse Chope. "Era visto como trabalho
não `real' de saúde mental". Agora que há mais reconhecimento de
que os problemas decorrentes do trabalho "têm um grande impacto na
saúde mental", ele disse, e um "movimento mais intenso para
entender o contexto de emprego, colegas tóxicos e as ramificações
de demissões em massa".
No Instituto de Desenvolvimento Pessoal e de Carreira, sua clínica
particular em São Francisco, Chope trabalha na intersecção de
psicologia e aconselhamento de carreira. E sua base de pacientes
está crescendo. "Temos de contratar mais terapeutas", ele disse.
"Muitas pessoas querem se envolver nessa área agora porque o
mercado é imenso", disse Chope.
Mas não confunda aconselhamento de carreira com coaching de
carreira. Chope disse que o primeiro "é o que buscamos quando
dizemos a nós mesmos, `eu sou engenheiro e agora quero ser médico',
enquanto os coaches de carreira trabalham com indivíduos para terem
uma boa apresentação, para ajustar seus currículos e encontrar
novos empregos rapidamente".
Palumbo diz que faz simulações, praticando entrevistas com
pacientes, mas ele traça um limite. "Eu não sou um coach de
carreira que dirá o que se deve tirar e colocar no currículo",
disse, "mas ajudo os pacientes a examinarem temas que envolvem
insegurança e porque hesitam em se autopromover"."
"Similarmente, Turkl diz que não tem receio de indicar um paciente
para um aconselhador de carreira para tratar um problema além da
esfera de sua especialidade: "Se um paciente quer saber como se
apresentar durante uma entrevista de emprego, indico um
aconselhador de carreira, porque não é isso que eu realmente
faço".
Mesmo assim, Palumbo diz que os temas relacionados à
empregabilidade podem ser vistos pelas lentes freudianas. "Uma
busca de emprego", ele diz, "traz à tona as mesmas questões de
auto-estima e auto-respeito que estão arraigadas nas dinâmicas da
infância".
Se a pessoa não sabe se consulta um coach de carreira ou um
psicólogo, pode querer considerar se está sendo dominada pelas
emoções. "O trabalho e as questões relacionadas ao emprego podem
trazer alguns velhos traumas para a superfície. Os coaches não são
necessariamente treinados para lidar com forças emocionais", disse
Turkl.Curt Rosengren, um coach de carreira de Seattle, concorda que
os problemas emocionais profundamente arraigados são melhor
tratados por um terapeuta licenciado. "Eu entro nisso ajudando as
pessoas a seguirem em frente, para o futuro que veem para si
mesmas", ele disse. "Não tenho treinamento para resolver o que
ocorreu na infância do paciente para ele chegar aqui", disse
Rosengren.
Katherine Crowley, uma psicoterapeuta especializada em temas de
empregabilidade, diz que as pessoas que precisam de ajuda para
posicionarem a si mesmas e a atualizar seus currículos devem ver um
coach de carreira tradicional. Em contraste, "Sou mais útil para
indivíduos que desejam integrar seu bem-estar emocional na vida
profissional", ela disse.
Penelope Trunk, presidente da Brazen Carreerist, um serviço de
internet que ajuda as empresas a encontrar candidatos a empregos,
consultou-se tanto com um terapeuta quanto com uma coach de
carreira - experiências que reforçaram sua opinião de que cada um
lida com territórios diferentes. "Boa parte da atividade de
coaching é específica", ela disse. "Um psicólogo não pode tirar o
paciente da área administrativa intermediária".
Penelope procurou uma coach de carreira quando estava na faixa dos
20 anos, por recomendação da empresa onde trabalhava como diretora
de operações. "Eles queriam que eu parecesse mais confiante e me
expressasse com mais segurança", ela disse.
Em março de 2007, escreveu no blog: "A coach deu para mim uma lista
de coisas que deveriam mudar. Quando eu caminhava, por exemplo, eu
andava com `altivez', mas hesitante, e não transmitia uma sensação
de firmeza. Ela me disse para olhar para o presidente. `Ele caminha
de forma deliberada, firme. Isso instila confiança'. Ela me disse
que eu sorria demais.''Quando Penelope começou a se sentir
desconfortável com seu nível de autoridade, ela marcou uma hora com
um psicólogo. Depois de alguns meses de terapia, Penelope disse, "O
andar firme e o rosto sério" vieram com mais naturalidade."
(Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 5) (Hannah Seligson)
Quanto vale uma moeda de ouro no fundo do oceano! Por Wilton Büttner escrito em segunda 12 outubro 2009 19:21
Quando vale uma moeda de ouro no fundo do ocenao atlântico, onde ninguém consegue chegar??
O que eu vou compartilhar com você, meu caro leitor, é uma história real que aconteceu em uma sessão de coaching.
A uns 4 meses atrás, fui procurado por um Consultor de Projeto da ONU, um profissional de alto "gabarito" , conhecedor profundo na área financeira, política e gestão, o mesmo solicitou meu serviço de Coaching para ajudar em um objetivo a ser conquistado até o final do ano de 2009.
No decorrer das sessões percebi que uma competência essencial faltará para que meu cliente conquistasse seu objetivo, o mesmo é uma pessoa totalmente formal, fala um português muito correto, que chega dar "inveja", porém seu objetivo tinha ligação direta com micros e pequenas empresas, onde os empresários das mesmas nem sempre tinham cultura e entendimento para assimilar uma conversa com meu cliente.
Logo quando tive esse "insight" na sessão, perguntei ao meu cliente:
Coach: quanto vale uma moeda de ouro no fundo do ocenao atlântico, onde ninguém consegue alcançar?
Cliente: acho que não vale nada
Coach: você acha ou não vale nada mesmo!
Cliente: é, não vale nada, pois se ninguém consegue alcançar!
Coach: quanto vale todo conhecimento de uma pessoa, se ela não sabe comunicar com qualquer tipo de público!?
Cliente: ?????????????????????????????????????????
Coach: você sabe comunicar-se com todos os níveis de pessoas? Como vai fazer quando visitar um futuro cliente e esse for uma pessoa bem humilde sem estudo e que deu certo com sua mercearia?? Você acha que ele vai entender a sua maneira de conversar??
Cliente: Hã, acho que ele não vai entender, principalmente o meu jeito muito formal de conversar
Coach: Como e o que vai fazer para poder comunicar-se com qualquer tipo de pessoa?
Cliente: Acho que tenho que procurar um curso de comunicação.
Coach: Acha ou vai?
Cliente: Vou fazer um curso de comunicação.
Coach: Quando irá procurar e vai fazer quando?
Cliente: Já vou procurar hoje a noite e vou fazer até o final desse mês. Você tem algum para indicar?
Coach: Quando acabarmos a sessão, conversamos sobre o curso.
Após o final de sessão, tomando um cafezinho no hall do escritório, indiquei o Curso de Comunicação e Vendas usando PNL do EU POSSO! Instituto do meu amigo Ricardo Ventura.
Moral da história: o que adianta você ser uma pessoa altamenta técnica, conhecedor profundo de enciclopédia britânica, se não sabe comunicar-se com qualquer tipo de pessoa, você vai vender seu produto e serviço somente para as pessoas que falam a mesma "lingua" que você.
Um grande abraço e Sucesso.
Wilton Buttner

